Militantes cineclubistas cobram a criação do Conselho Estadual de Comunicação

Uma comissão do Fórum Pernambucano de Comunicação reuniu-se na última quinta-feira (08) com o secretário especial de Imprensa de Pernambuco Evaldo Costa. O encontro aconteceu no Palácio do Governo e teve como pauta principal a criação do Conselho Estadual de Comunicação, velha reivindicação dos movimentos sociais de todo o país. Participaram da conversa Inamara Melo (União Brasileira de Mulheres), Cátia Oliveira e Ana Cláudia Vasconcelos (Federação Pernambucana de Cineclubes), Tarcísio Camelo (Rádio Alto Falante) e Ivan Moraes Filho (CCLF).

Os militantes argumentaram que a criação do Conselho é uma tendência inevitável dentro da conjuntura atual, em que cada vez mais a sociedade percebe a importância de uma instância que pudesse acompanhar a implementação das políticas públicas que o segmento reivindica. “Cabe a nós a escolha de estarmos entre os pioneiros ou entre os últimos estados a criar o órgão”, avaliou Inamara.

Junto com o grupo da sociedade civil, também esteve presente a assessora especial de políticas públicas da secretaria de Comunicação da Bahia Rosely Arantes. A jornalista faz parte do grupo que participa da construção do conselho naquele estado e dividiu a experiência com o gestor pernambucano. “A criação do nosso conselho foi bastante tranquila e faz parte de uma construção que vem se desenhando desde antes da Conferência Nacional de Comunicação. A sociedade civil cobrou, o governo já aprovou a lei e inclusive o empresariado vem participando sem problemas”, revelou Rosely, procurando desmitificar possíveis contradições entre o desejo dos movimentos sociais e a disposição do mercado.

Nem contra, nem a favor, Evaldo pediu mais informações sobre experiências de conselho em outros estados. O secretário admitiu que o governo pernambucano ainda não realizou discussões formais acerca do tema, mas mostrou-se aberto ao diálogo. “Não precisamos reiventar a roda, então quanto mais pudermos saber sobre o que está acontecendo em outros estados e no cenário nacional, melhor”.

Cátia Oliveira aproveitou a oportunidade para falar da necessidade de se realizar formações com professores que vêm ministrando a disciplina de direitos humanos na rede pública estadual para que possam abordar o tema de análise crítica de mídia de forma mais eficaz.

Fonte: http://www.ombudspe.org.br/

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