CREC participa de produção de curta-metragem

Rio Claro e Curitiba se unem em projeto cinematográfico

Filme conta a história de um dia no cotidiano desgastado de um casal.

Filme conta a história de um dia no cotidiano desgastado de um casal.

Na última semana o bairro Cervezão foi cenário para mais uma produção cinematográfica da “Fudidos & Malpagos” e Grupo Auê. Dirigido por Bruno Nicoletti e Lourenço Favari, o curta-metragem ‘Felicidade’ conta a história de um dia no cotidiano já desgastado de Léo e Maria. Em paralelo três personagens discutem em um bar possíveis fórmulas que garantem a felicidade, e não encontram lugar na existência do casal.

Protagonizado por Léo Moita, estudante de artes cênicas da Faculdade de Artes do Paraná, e a rio-clarense Michelle Dayane, integrante do grupo Ohana de Teatro, o elenco conta também com a participação dos não-atores Varlei Janei, Danilo Nicoletti e Favari Filho.

Com o apoio da TV Cidade Livre, Centro Rio-Clarense de Estudos Cinematográficos (CREC) e do Café Vilhena, a equipe de produção teve como diretor de arte Varlei Janei, além das assistentes de produção Thábata Carvalho e Anelisa Ferraz.

De acordo com os diretores, o filme é uma produção underground que se apropria da falta de recursos técnicos e financeiros para a construção do discurso audiovisual perseguido.

“Decidimos unir nossas inquietações artísticas para experimentar sem medo e alcançar um resultado estético livre, cujo único comprometimento é com o ideal de um cinema sem fronteiras”, pontuam.

“Felicidade é um filme de toda a equipe, pois ele contaminou cada pessoa envolvida e cada um foi fundamental na sua realização”, disse Nicoletti, que escreveu o roteiro.

O ator Léo Moita comentou sobre as dificuldades da produção e como isso influencia na criatividade. “Enquanto grupo é um estímulo à criatividade e como ator percebo a importância de lidar com a realidade do cinema brasileiro”, destaca. Ele que é natural de Rio Claro, mas vive em Curitiba há quatro anos, ressaltou o prazer de realizar um trabalho na cidade.

A atriz Michelle Dayane enfatiza que a forma como os diretores conduziram o projeto foi um novo desafio. “Foi diferente ter recebido o roteiro apenas na hora da gravação”, disse referindo-se a não preparação dos atores. “A parceria com Léo também foi fundamental, uma vez que não conhecíamos o roteiro. Ele me ajudou muito”.

Varlei Janei, estudante de Design da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, que assinou a direção de arte, disse que já trabalhou em outros filmes com condições semelhantes e acrescentou: “É sempre um desafio trabalhar com poucos recursos e, mesmo assim, dá pra tirar coisas boas. Agregou na linguagem que os diretores buscavam”.

Após cinco dias de produção, oito horas diárias, as gravações acabaram no domingo (25). Os realizadores já estão entusiasmados com o processo de pós-produção e estão de olho em canais alternativos de exibição.

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